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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

EFEITOS LUMINESCENTES

Aqui estão alguns vídeos de experimentos envolvendo os efeitos luminescentes:

1)


ATENÇÃO: SE FOR APLICADO UMA CAMADA DE CREME DE ROSTO SEM PROTETOR SOLAR, A TINTA CONTINUA BRILHANDO SOBRE A LUZ NEGRA

2)


3)



COMO SE FAZ?

LÂMPADAS FLUORESCENTES



LUMINOSOS DE NEON



FOGOS DE ARTIFÍCIO

terça-feira, 5 de agosto de 2014

COMBUSTÃO COMPLETA E INCOMPLETA

I) Aqui estão os vídeos dos experimentos com a vela, descritos na nossa apostila :





II) Veja um outro experimento utilizando dois tipos de isqueiros:

O que acontece

Porque utilizamos dois isqueiros?
O isqueiro do tipo maçarico possui uma chama bem homogênea, azulada, característica de uma combustão completa, ou seja, a reação se dá em um sistema rico em oxigênio. No isqueiro comum, observa-se uma chama amarelada, heterogênea, característica de uma combustão incompleta,ou seja, a reação acontece em um sistema pobre em oxigênio. Esse fato pôde ser evidenciado quando se colocou a porcelana sobre a chama dos isqueiros. Vimos que com o isqueiro maçarico, não fica resíduos na porcelana, o que sugere que ali há uma combustão completa. Com o isqueiro comum, pôde-se ver a fuligem na porcelana, o que caracteriza a presença de carbono na combustão, logo, combustão incompleta.
Observamos neste experimento que,  tanto com o isqueiro maçarico ou com o comum, observa-se o turvamento da solução de água de cal.
Porque a solução ficou turva?
 A reação de dióxido de carbono com água de cal é bastante conhecida em química analítica para a determinação qualitativa dos ânions carbonato e bicarbonato. Quando adicionamos gás carbônico a água, formamos o íon carbonato de acordo com a reação a seguir:
CO2(g) + 2OH-(aq) --> CO32-(aq) + H2O(l)
Os íons carbonato por sua vez, reagem com os íons cálcio presentes na solução formando o carbonato de cálcio como representado abaixo.
CO32-(aq) + Ca2+(aq) --> CaCO3(s)
Os íons cálcio são provenientes da água de cal, ou hidróxido de cálcio Ca(OH)2 produzido a partir da adição da cal virgem ou óxido de cálcio (CaO) a água.
Concluímos então que é pouco provável que exista uma combustão totalmente incompleta. Mesmo quando ocorre a combustão incompleta, haverá a presença de um pouco de CO2 também.

III) E que tal usar oxigênio líquido na reação de combustão?

REAÇÃO QUÍMICA DE DECOMPOSIÇÃO

No nosso laboratório realizamos algumas reações de decomposição. Que tal revê-las e aprender mais com os vídeos:

1) Decomposição do carbonato de cálcio

2) Decomposição do peróxido de hidrogênio presente na água oxigenada:
O peróxido de hidrogênio decompõe-se em H2O e O2 (g). Devido ao processo ser lento utiliza-se o dióxido de manganês da pilha como catalisador. Na atmosfera temos 21 % de oxigênio. Já na atmosfera no interior do tubo de ensaio teremos quase 100 % de oxigênio. Neste caso a velocidade das reações de combustão se torna muito maior, fazendo com que o palito se acenda e a palha de aço queime tão rápido que parte do metal se funde.



sexta-feira, 25 de julho de 2014

TESTE DE CHAMA

1. Vídeo explicativo, em português de Portugal, sobre o teste de chama http://nautilus.fis.uc.pt/bl/conteudos/42/pags/videosdivulgcientifica/chama/index.html

Tradicionalmente, no teste de chama, os compostos iônicos em solução aquosa são colocados na chama de um bico de Bunsen. Neste vídeo a demonstração envolve a colocação dos compostos iônicos (sólidos) em cápsulas onde se queima álcool metílico (metanol).

 2. Vídeo do ponto ciência


O que acontece?
Este experimento é conhecido como “teste de chama”. Esta prática é muito usada em análises químicas por ser um método rápido e barato para detecção de alguns metais. Este teste baseia-se em uma das mais importantes propriedades dos elétrons, enunciada pela primeira vez por Niels Bohr. Ele disse que a energia dos elétrons é "quantizada", isto é, um elétron ocupa sempre níveis energéticos bem definidos dentro de cada átomo e não valores quaisquer de energia. Porém quando fornecemos a energia necessária para um elétron, ele pode “saltar” para um nível de maior energia. Quando o elétron é promovido a um nível de maior energia dizemos que ele se encontra no estado excitado. Porém, neste estado ele se torna menos estável e retorna quase imediatamente ao seu estado de menor energia ou estado fundamental, liberando aquela energia em forma de luz visível.
Optamos por usar na maioria dos casos os cloretos de vários metais, como pode ser visto no vídeo, pois eles possuem uma solubilidade maior no metanol. Usamos os cloretos de lítio, cobre (II), sódio, potássio e estrôncio, além de ácido bórico. O uso do metanol também é indicado porque esse produz uma chama quase invisível aos nossos olhos, o que minimiza a interferência com a cor da luz emitida pelo metal.

Usamos também uma rede de difração. Mas o que é uma rede de difração? A cada milímetro de sua superfície existem centenas de fendas paralelas e microscópicas. A luz que incide sobre a rede de difração sofre desvios que dependem do seu comprimento de onda. Por esta razão quando as cores viajam juntas à rede promove a separação delas permitindo ainda que se identifiquem os comprimentos de ondas que contém um dado espectro.